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Prova de tiro do porte de arma: como funciona o teste nos alvos humanoide e quatro cores

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Você vai pleitear o porte de arma? Então vai encarar um teste de tiro diferente de tudo o que você já fez — uma prova escrita de 20 questões e dois alvos criados pela própria Polícia Federal: o humanoide e o quatro cores. Nesta página, o presidente do clube, Leder Pinheiro, destrincha em texto tudo o que mostra no vídeo: como é cada alvo, distâncias, pontuação, o que reprova e como se preparar.

// A PROVA EM NÚMEROS

20
questões na prova escrita
20
disparos no alvo humanoide
24
disparos no alvo 4 cores
60% + 70%
aprovação mínima em cada alvo

Antes de atirar: a prova escrita

Tudo começa no papel. São 20 questões de múltipla escolha sobre regras de segurança, peças e nomenclatura do armamento pretendido, conduta em estande de tiro e legislação — e pode cair até o nome das peças para você preencher. Um detalhe que muda sua preparação: a prova acompanha a arma que você pretende portar. Quer porte de revólver? Prova e teste em revólver. Pistola (só calibre permitido)? Prova e teste em pistola.

📘 Estude pela fonte oficial: a Cartilha de Armamento e Tiro da PF.

É dela que sai o conteúdo da prova escrita — e o clube envia o PDF de imediato para quem pedir.

📱 Pedir a cartilha no WhatsApp

Aprovado na escrita pelo instrutor de armamento e tiro credenciado pela Polícia Federal, você segue de imediato para a prova de tiro — que é totalmente diferente da prova da posse.

Etapa 1 — O alvo humanoide

Alvo humanoide oficial da Polícia Federal (silhueta padrão SAT) usado na prova de tiro do porte

Alvo oficial — Reprodução/Polícia Federal

20 disparos: 10 a 5 metros e 10 a 7 metros. Aprovação mínima de 60%, calculada sobre a pontuação dos 20 tiros.

E o esclarecimento que derruba o mito: o objetivo NÃO é atirar na cabeça. A região que pontua é a zona central — e a “bolinha preta” não precisa ser acertada: ela é uma referência visual para alinhar alça e massa de mira. A pontuação é calculada pelas zonas ao redor.

Etapa 2 — O alvo quatro cores

24 disparos, 6 em cada cor — tudo sob comando do instrutor. Ele dita sequências de 4 disparos, 2 por cor: “amarelo, verde!” → dois no amarelo, dois no verde. “Amarelo, azul!” → dois em cada. E assim até fechar os 24.

A pontuação tem zonas de 5, 4 e 3 pontos — e a pegadinha é o cérebro, não a mira:

  • 🎯 Acertou fora do alvo? Só perde o ponto daquele tiro.
  • ❌ Acertou na cor errada do comando? Perde 5 pontos.
  • ✅ Aprovação mínima: 70%.

Nem o humanoide nem o quatro cores foram invenção de instrutor: os dois são alvos oficiais criados pela Polícia Federal.

Alvo quatro cores oficial da Polícia Federal usado na prova de tiro do porte

Alvo oficial — Reprodução/Polícia Federal

O avaliador olha muito além do alvo

Durante toda a prova, o instrutor observa conduta em estande e procedimentos de segurança — e pode penalizar quem quebrar regra:

Arma sempre apontada para o alvo
Dedo fora do gatilho até o momento de atirar
Nada sem comando — tudo ao comando do instrutor
Tranquilidade — e revisão na véspera: não vá sem estudar

▶ NO CANAL LEDER PINHEIRO

Veja a aula com os alvos em mãos

No vídeo, Leder mostra o alvo humanoide e o quatro cores de verdade, na mão, explicando cada zona de pontuação:

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Leder responde: as 5 principais dúvidas

Os comentários do vídeo trouxeram dúvidas excelentes — estas são as 5 melhores, respondidas na linha da aula:

“Tenho uma G3 Toro, mas quero fazer a prova com a PT 92. Posso?” — @santos_969

O que define a prova é o tipo de armamento pretendido no porte: pistola com pistola, revólver com revólver. O modelo usado no teste é alinhado com o instrutor credenciado — o conteúdo cobrado (nomenclatura, manuseio) segue a categoria da arma do seu pedido.

“No site da PF diz que tem que ser com ambos: pistola e revólver?” — @jeffersonalmeida7960

A avaliação acompanha o que constar no seu requerimento: se o porte pleiteado contemplar os dois tipos, a avaliação cobre os dois. Antes da prova, confirme com o instrutor como o seu pedido foi protocolado — é ele quem aplica o procedimento da PF.

“Para porte de uma .380, posso fazer o teste com calibre restrito?” — @albertonobre8454

O caminho seguro é fazer o teste com o armamento da categoria e calibre pretendidos — no porte comum, só calibre permitido. É assim que a aula orienta: prova de acordo com o armamento do pedido.

“É obrigatório usar abafador e óculos de proteção?” — @adelsonborges8763

Sim — EPI faz parte das regras de segurança e conduta em estande, que são avaliadas (e penalizadas) durante toda a prova. Está tudo na cartilha de armamento e tiro da PF.

“E se a pessoa nunca pegou numa arma?” — @muriloalvaresdossantos8579

Ninguém precisa chegar cru na prova: no clube você treina nos dois alvos com toda a orientação necessária e só agenda o teste quando estiver pronto. É exatamente para isso que a pista existe.

Treine a prova antes da prova — aqui em Goiânia

O Clube de Tiro e Caça Leder Pinheiro tem pista completa, loja de armas dentro do clube — e a experiência de mais de 3.000 processos montados para mais de 1.400 associados ativos. Do estudo da cartilha ao dia do teste, você vai preparado.

📱 Agendar minha preparação

📚 Leia também: Porte de arma: requisitos, efetiva necessidade e validade · Posse de arma: passo a passo completo

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