📰 NA IMPRENSA · Reportagem do Jornal Opção (Opção Play), gravada no clube →
“Tudo o que um homem consegue fazer no mundo do tiro esportivo, as mulheres também conseguem. Temos filiadas que caçam javali conosco.”
— Leder Pinheiro, ao Jornal Opção
Uma reportagem do Jornal Opção mostrou um movimento que a gente vê de perto aqui no clube: mulheres — muitas depois de episódios de insegurança e violência — estão procurando os clubes de tiro em busca de informação, regularização e a sensação de estarem mais protegidas. A repórter gravou dentro do Clube de Tiro Leder Pinheiro, o maior do Centro-Oeste, e conversou com o presidente Leder Pinheiro sobre um público que quebra tabus: o feminino.
▶ REPORTAGEM · OPÇÃO PLAY / JORNAL OPÇÃO
Assista à reportagem na íntegra
“Mulheres buscam clubes de tiro após casos de violência e quebram tabus sobre posse de arma em Goiás” — gravada aqui no clube:
Crédito: Jornal Opção / Opção Play. Cada play conta para o canal deles — prestigie.
O que atrai as mulheres para o tiro?
Na reportagem, Leder explica o ponto de virada: informação. “Quando a mulher descobre que o tiro é um esporte regulamentado, com critérios sérios de segurança, ela ganha confiança para começar. Hoje elas buscam o esporte como prática de foco, bem-estar e, principalmente, segurança. Elas se sentem mais seguras e protegidas sendo atiradoras”, afirma. Muitas chegam depois de uma experiência de insegurança — e encontram no esporte um caminho legal, técnico e disciplinado.
Mulher precisa de autorização diferente?
Não — e esse é um dos tabus que a reportagem derruba. O caminho é o mesmo: filiação a um clube, avaliação psicológica, capacidade técnica e o CR emitido. A diferença está no acolhimento: no clube, a primeira aula é acompanhada por instrutor, com arma e munição fornecidas pela casa — e muitas alunas começam sem nunca ter tocado numa arma. Quem quer entender o passo a passo completo encontra tudo em como começar no tiro esportivo e no guia de habitualidade.
Da primeira aula à caça legal de javali
A evolução não tem teto. Como Leder contou ao Jornal Opção, há filiadas que começaram do zero e hoje participam da caça legal de javali com o grupo do clube — prova de que o esporte não tem “modalidade masculina”: tem atirador bem treinado, homem ou mulher.
Um esporte de disciplina, não de violência
O clube mantém um trabalho contínuo de educação: dúvidas respondidas no WhatsApp, vídeos no YouTube e cursos presenciais. “O esporte não busca violência, mas sim segurança e disciplina”, reforça Leder na reportagem — o mesmo recado que fica com cada aluna que passa pela pista.
Primeira aula com acompanhamento completo
Sem pressa e sem pressão — arma e munição por conta do clube, do jeito que a maioria das nossas alunas começou. São mais de 1.400 associados ativos e 3.000+ processos de CR montados.
📰 Reportagem original: Jornal Opção / Opção Play. Assista na íntegra: “Mulheres buscam clubes de tiro após casos de violência e quebram tabus sobre posse de arma em Goiás”. Aqui trazemos a repercussão e o contexto do clube — todo o crédito jornalístico é do veículo.
Por Leder Pinheiro — Presidente do Clube de Tiro e Caça Leder Pinheiro (Goiânia/GO). Publicado originalmente em 28/01/2026 · Atualizado em 06/07/2026 com a reportagem do Jornal Opção.
