Quando o debate nacional sobre o futuro dos clubes de tiro esquentou, a imprensa goiana foi ouvir quem entende do assunto — e Leder Pinheiro, presidente do Clube de Tiro e Caça que leva seu nome, foi um dos convidados do Jornal Opção para explicar por que a atividade é protegida pela Constituição e o que representa para a economia de Goiás.
A reportagem, publicada após a declaração do presidente Lula de que pretenderia fechar os clubes de tiro do país, mostrou que a mudança não se faz por decreto: o tiro desportivo está previsto no artigo 217 da Constituição, no Estatuto do Desarmamento e até na Lei Pelé.
O tiro esportivo é uma modalidade olímpica que existe e é praticada no Brasil há anos — inclusive durante os dois primeiros governos Lula e no governo Dilma.
Os números que Leder levou à reportagem
pelo clube em 2022
munição e arma longa do mundo
com a insegurança jurídica
“Querer exterminar a atividade é ruim para o Brasil”, disse Leder à reportagem, lembrando que o país perde arrecadação e empregos: “a taxação da arma de fogo é gigante, quase igual à do cigarro”.
“Médicos, juízes e mulheres”
Ao jornal, Leder descreveu o público que frequenta o clube — médicos, juízes e mulheres — e resumiu o espírito da atividade: “é uma atividade bastante controlada”. Quem pratica o tiro esportivo dentro da lei tem capacidade técnica e discernimento.
Fonte: Jornal Opção — “Em Goiás, clubes de tiro se apoiam na Constituição pra rebater fala de Lula”, por Edson Leite Júnior, 25/07/2023.
Conheça o clube que representa o setor em Goiás
Por Redação — Clube de Tiro e Caça Leder Pinheiro (Goiânia/GO).
